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sábado, 23 de março de 2013

Inevitável


                                            Poesia de Ana Luíza
Flores coloridas
Suspendem a alma, quando se está frágil.
Aí surgem uns perfumes meio loucos
De algodão doce
Com erva cidreira e capim santo.
Até borboleta amarela assusta, nessas horas.
O vento no rosto lembra uma macieira,
Uma cachoeira
Lembra o gato falecido
A um ano de gripe incurável.

Flores coloridas,
Suspendem a alma
Quando se está frágil!
Estou suspensa num fio de teia de aranha,
Como se me balançassem de rede
Debaixo de um pé de laranja.
Se a sanidade resolver me visitar,
Juro, comprarei tintas da cor do mar!
Farei delas o alvorecer
Na sala de estar
E para o gran finale,
Pintarei um cururu de colan e de tutu
Fazendo cambrê
Contra a maré
De urubus!

Sobre a Autora:
Ana Luíza Dantas Lira é
Uma menina,
Poeta, ou uma poeta menina.  
 Estudante de letras (Português), simpática,
 alegre, bonita, mas já tem namorado.
Além de escrever, ela também tem desenhos
 e qualquer dia desses vamos postar seus desenhos 
no Nosso Bloguinho.  Mas para isso ela tem que
 enviar seus desenhos pra a gente.


                                  Big bj da Marina

10 comentários:

  1. Gostei de poesia, realmente quando estamos frágeis qualquer coisa nos afeta, nos machuca, nos faz chorar. Coisas simples e irrelevantes que não damos importância quando estamos bem

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  2. Uma fofa, aliás, duas fofas, a poesia
    e a 'poeta'.

    ps: el nobre 'poetisa' no mi sona bien
    por eso no me gusta usalo.

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  3. Que poesia doida essa?
    Sei não...
    Não entendi nada.
    Deve um momento de tristeza, de solidão,
    Não sei nem comentar

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  4. Rsrsrs!!! Concordo com você Maria Jose!Isso é uma prova de que nem tudo pode ser traduzido em palavras compreensíveis.

    Marina Bravia( Querida Margarete), Maressa e Maria Jose, agradeço pelos comentários.

    Em especial a Margarete, obrigada pelas palavras!

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  5. Hum, Hum...
    Não entendi nada, mas lembrei do meu gato que morreu de câncer na cabeça.Esses poetas tem cada inspiração cheia de insanidades. kkkkkkkkkkkk

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  6. Hmm. muito bom
    Me lembra uma dança, louca e rápida, que finaliza em um cambrê lento e suave, em meio a tempestade.
    Como se tudo estivesse desabando, mas no fim, a dançarina deixa tudo de lado, e descansa.
    Acho que endoidei junto. OO

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    Respostas
    1. Obrigada Roanny!
      Você é muito criativa.
      Estou seguindo o teu blog, adorei!

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  7. Valeu, Luíza!
    Da próxima vez eu vou ler com mais atenção pra entender melhor,
    mas tem também umas palavras difícil que eu não sei o que, esse tal de cambrê, por exemplo, eu sei lá o que é isso, eu conheço câimbra, aquelas dor que dá nas pernas.kkkkkkkk

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  8. Maria, lindinha,
    me informei sobre o assunto...
    esse tal de cambrê de que fala a poesia,
    é coisa do balé, essa menina fofa escreve, desenha e ainda é bailarina?
    Que egoísta, quer tudo pra ela....ahahahaha
    Brincadeirinha, amiga...
    é só uma maneira de chamar a atenção pra mim,
    estou tão esquecida nesse blog. bj da super

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